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Biomagnetismo: As Bactérias do Câncer Colorretal Favorecem a Metástase

Mais uma vez, os cientistas confirmam o que o Dr. Isaac Goiz Durán descobriu há anos:

"Las bacterias del cáncer colorrectal favorecen la metástasis"

Em 2008, ele publicou o livro "O Fenômeno Tumoral" e claramente indicou que metástases, são causadas por bactérias anaeróbias, principalmente por Clostridium e Pseudonomas Aeuroginosa.

A Fusobacteria (Fusobacterium Nucleatum) é uma bactéria anaeróbia.
Ele também afirmou que os tumores são causados por bactérias e vírus associados uns aos outros.

Com a sua descoberta, o Par Biomagnético em 1988, ele tratou com sucesso milhares de pessoas diagnosticadas com estas e muitas outras condições de saúde agressivas e não agressivas.


Muestras de tejido tumoral infectado con la bacteria


Matéria de Esther Armora - Barcelona - 23/11/2017 21:06h

Las bacterias del cáncer colorrectal favorecen la metástasis

El estudio, con participación española, abre la puerta a la utilización de antibióticos para impedir la expansión del tumor

Que el microbioma humano tiene un papel determinante en el desarrollo de determinados cánceres ya es sabido. El colorrectal es uno de ellos. Ahora, una investigación internacional liderada por el Dana-Farber Cancer Institute de Boston (EE. UU.), en la que participan científicos del Vall d'Hebron Instituto de Oncología (VHIO) de Barcelona, apunta, por primera vez, que las bacterias presentes en el tumor primario del cáncer de colon viajan a través de las células tumorales cuando hay metástasis, se instalan en el tejido metastásico, y lo colonizan.

Lo relevante del estudio, publicado en la revista «Science», es que «no solo que queda constancia de que las bacterias presentes en el tumor primario llegan al tejido metastásico a través de las células tumorales, sino que sugiere que estas bacterias pueden ser impulsoras de estas metástasis», según el profesor Paolo Nuciforo, investigador principal del Grupo de Oncología del VHIO. «Son solo indicios pero es importante dejar constancia de que existen, ya que, por primera vez, se apunta a que este microbiona tiene un papel activo en el crecimiento del tumor», señala en declaraciones a ABC el investigador principal del VHIO.

Varios estudios habían demostrado hasta ahora que en los tumores de colon hay una alta presencia de Fusobacterium nucleatum –un patógeno emergente, característico de la cavidad oral–. Sin embargo, ahora se ha apuntado su capacidad de trasladarse a otras zonas del organismo en un proceso de metástasis y también su posible rol como impulsor del proceso.

«Investigamos el papel de Fusobacterium y de su microbiota asociada en cánceres de colon humanos nativos. Para ello utilizamos cinco cohortes distintas e independientes de muestras de tumores colorrectales derivados de pacientes para la detección de la bacteria a través de su ARN y/o ADN», explica Nuciforo. Añade, en base a los resultados, que «el aumento de los niveles tumorales de esta bacteria se ha correlacionado con una menor infiltración de células T, con estadio avanzado de la enfermedad, con una peor supervivencia del paciente y con características clínicas y moleculares tales como la localización anatómica del lado derecho, la mutación BRAF y la hipermutación con inestabilidad de microsatélites».

¿Mero pasajero?

La pregunta que surge tras esos resultados es: ¿Es el Fusobacterium nucleatum un mero pasajero o un impulsor de la metástasis colorrectal? «La investigación sugiere abiertamente que tiene un rol activo en la expansión de la enfermedad», afirma el responsable del Grupo Molecular del VHIO.

Además de abrir esta nueva hipótesis, el trabajo da un paso más allá y demuestra en ratones avatar que un tratamiento antibiótico selectivo, dirigido a estas bacterias, combinado con el tratamiento quimioterápico podría frenar la expansión del tumor.

Nueva diana terapéutica

«El tratamiento de los modelos experimentales (ratones avatar) con metronidazol, un antibiótico selectivo contra Fusobacterium, dio como resultado una disminución significativa en el crecimiento tumoral, lo que nos da argumentos para apuntar a la modulación del microbioma en el tratamiento del cáncer colorrectal asociado a Fusobacterium», afirma Nuciforo.

«Estamos en una fase muy preliminar pero si este tratamiento llegara con el tiempo a la clínica, éste no sería una alternativa a la quimioterapia, sino un apoyo a esta terapia», aclara el investigador. «Nuestros resultados apoyan un papel causal de Fusobacterium nucleatum en CRC y proporcionan una base sólida para buscar nuevos enfoques terapéuticos dirigidos contra esta bacteria y otros componentes clave del microbioma del cáncer como parte de una estrategia terapéutica de apoyo al tratamiento de este tumor», concluye Josep Tabernero, director del VHIO y coautor del estudio.

Link para a matéria (em espanhol):
http://www.abc.es/sociedad/abci-bacterias-cancer-colorrectal-favorecen-metastasis-201711232106_noticia.html#ns_campaign=rrss&ns_mchannel=abc-es&ns_source=fb&ns_linkname=cm-general&ns_fee=0

Biomagnetismo: Comprovação Neurocientífica da Bioenergética



Palestra ministrada por Moises Goiz no 16º Congresso Internacional de Biomagnetismo.

Em seu experimento (no vídeo abaixo, em espanhol), Moises Goiz fez questão de usar palavras completamente desconhecidas previamente por ele, e pela paciente, durante a comunicação. Para isso, usou algumas palavras em latim, e sensações físicas para estabelecer um padrão e captar as imagens cerebrais geradas.

O ponto alto da palestra, foi o fato de ter ficado claro o poder da intenção do terapeuta, na hora de obter respostas certeiras do organismo do paciente, e essa intenção não é algo que remete apenas à "vontade de curar" o paciente. Não! É uma intenção séria, assertiva, muitíssimo objetiva, alcançada mediante treino exaustivo e muito estudo.

Moisés comprovou que quanto mais o terapeuta estuda, quanto mais sabe a localização exata de cada ponto, quanto mais sabe a função e características de cada estrutura que está rastreando, mais ele estará alimentando seu "banco de dados" com detalhes, e a medida que seu cérebro fica rico em informações, uma infinidade de padrões neurológicos são formados para cada informação, assim, a sabedoria corporal do paciente e as informações contidas em seu DNA, terão muito mais facilidade em encontrar as ondas cerebrais geradas pelo terapeuta, porque quanto mais se sabe, mais energia é formada, e ao se acessar o conhecimento, mais partículas atômicas são geradas, facilitando o encontro das informações que o corpo do paciente tem para nos passar, com nossas ondas mentais.

Nesse sentido, devemos ter em mente que as imagens mentais que formamos à medida em que estudamos e praticamos, cada vez que são acessadas durante o rastreio por exemplo, geram atividade elétrica e magnética (como em qualquer outra atividade corporal), e como o próprio termo magnético remete, poderão ser "atraídas" pelo organismo do paciente, nos dando informações precisas e certeiras de quais pares estão ativos ou não.

Resumindo, o que temos aqui na verdade, não é segredo: quanto mais você SABE o que está fazendo, mais sucesso você terá! Quanto mais você pratica o básico e domina a base, mais êxito você vai ter.

Simples. É por isso que professores sérios, que também sabem o que fazem, orientam tanto aos seus alunos terapeutas, que pratiquem exaustivamente primeiro, atendam inúmeras "cobaias", para só depois, aplicar a técnica profissionalmente.

No caso específico do Biomagnetismo rastreado só com ímãs, os padrões neurológicos formados e aprendidos durante o treino desta prática, irá permitir ao terapeuta que ao passar a trabalhar com Bioenergética, tenha um índice altíssimo de sucesso.

Como diz uma das publicações em Biomagnetismo:
"Nossas imagens mentais delineiam nossos êxitos terapêuticos, porque podem dar origem a intenções específicas. As intenções não são algo trivial, pois produzem padrões específicos de atividade elétrica e magnética no sistema nervoso do terapeuta que podem penetrar o corpo do paciente".

Agradecimentos à Regiane Oliveira.




Biomagnetismo: Mal de Parkinson pode ter ligação com bactérias no intestino

BIOMAGNETISMO, A MEDICINA DO FUTURO!!!

Palavras do Dr. Isaac Goiz Durán (descobridor do Par Biomagnético):
O TEMPO NOS DARÁ A RAZÃO!



Desde 1989, o Dr. Goiz vem informando a comunidade científica, que a causa de nossas enfermidades, são os microrganismos.

Aos poucos a verdade vem à tona...

Mal de Parkinson pode ter ligação com bactérias no intestino.
Conexão levaria ao desenvolvimento de novas terapias.


Dano progressivo no cérebro dos pacientes provoca tremores - Free Images


RIO - Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) descobriu, com base em experimentos realizados em ratos, que o mal de Parkinson pode estar relacionado a bactérias localizados no intestino. O experimento foi detalhado na edição desta semana da revista “Cell”.

Espera-se que o resultado do levantamento, se confirmado em humanos, leve ao desenvolve de novas drogas, que matariam micro-organismos no intestino. O estudo, segundo os especialistas, abriria uma “emocionante nova avenida de estudos”.

O mal de Parkinson leva a um dano progressivo do cérebro, provocando tremor e dificuldade para movimento.

Os pesquisadores usaram ratos geneticamente programados para desenvolver Parkinson — os roedores produziam altgos níveis da proteína alfa-sinucleína, que é relacionada aos danos causados no cérebro pela doença.

No entanto, apenas os animais com bactérias no estômago desenvolveram sintomas. Os ratos estéreis permaneceram saudáveis.

Outros experimentos mostraram que o transplante da bactérias ligadas a pacientes com Parkinson para os ratos provocou mais sintomas do que o de bactérias extraídas de pessoas saudáveis.

- Este foi momento “eureca”, descreve Timothy Samson, pesquisador da Caltech. — Os ratos eram geneticamente idênticos, a única diferença era a presença ou ausência da microbiota intestinal. Agora estamos confiantes de que estas bactérias regulam, e podem até ser necessárias, para os sintomas de Parkinson.

De acordo com os cientistas, a bactéria libera substâncias químicas que ativam partes do cérebro, levando aos seus danos. A bactéria pode quebrar a fibra em ácidos graxos de cadeia curta. Estima-se que um desequilíbrio nestas substâncias aciona as células imunes do cérebro a causar danos.

Também envolvido na pesquisa, o professor Sarkis Mazmanian ressalta que seu grupo “descobriu pela primeira vez uma ligação biológica entre a microbiota do intestino e o mal de Parkinson”.

- A pesquisa revela que a doença neurodegenerativa pode ter sua origem no intestino, e não somente no cérebro, como se pensava — ressalta. — Esta é uma mudança de paradigma e abre a porta para novas possibilidades de tratamentos.

As trilhões de bactérias que vivem no intestino são fundamentais para a saúde humana, então retirá-las completamente não é uma opção.

Arthur Roach, da organização Parkinson's UK, ressalta que ainda é preciso comprovar o estudo em humanos.

- Este trabalho abre uma emocionante nova avenida de estudos. Ainda há muitas questões a serem respondidas, mas esperamos que esse trabalho leve ao desencadeamento de novas pesquisas, que revolucionarão os tratamentos para a doença.

Fonte: www.oglobo.globo.com

Biomagnetismo: Microrganismos - Arquea (Archaea)

Imagem relacionada

O domínio Arquea não foi reconhecido como um importante domínio de vida até recentemente. Até o século 20, a maioria dos biólogos consideravam que todos os seres vivos eram classificáveis como uma planta ou um animal. Mas nos anos 1950 e 1960, a maioria dos biólogos chegaram à conclusão de que este sistema não conseguiu acomodar os fungos, protistas e bactérias. Na década de 1970, um sistema de Cinco Reinos havia sido aceito como o modelo pelo qual todos os seres vivos podiam ser classificados. Em um nível mais fundamental, foi feita uma distinção entre as bactérias procarióticas e os quatro reinos eucariotas (plantas, animais, fungos e protistas). A distinção reconhece os traços comuns que os organismos eucarióticos compartilham, como núcleos, citoesqueletos e membranas internas.

A comunidade científica ficou compreensivelmente chocada no final da década de 1970 pela descoberta de um grupo inteiramente novo de organismos, a Arquea. O Dr. Carl Woese e seus colegas da Universidade de Illinois estavam estudando relações entre os procariotas usando sequências de DNA e descobriram que havia dois grupos distintamente diferentes. Essas "bactérias" que viviam em altas temperaturas ou produziram metano agrupadas como um grupo bem longe das bactérias usuais e dos eucariotas. Devido a essa grande diferença na composição genética, Woese propôs que a vida fosse dividida em três domínios: Eucariota, Eubactérias e Arqueobactérias. Mais tarde, ele decidiu que o termo Arqueobactéria era um nome incorreto, e encurtou-o para Arquea. Os três domínios são mostrados na ilustração abaixo, o que ilustra também que cada grupo é muito diferente dos outros.



Outros trabalhos revelaram surpresas adicionais, que você pode ler sobre as outras páginas desta exibição. É verdade que a maioria das Arqueas não parecem tão diferente das bactérias sob o microscópio, e que as condições extremas sob as quais vivem muitas espécies os tornaram difíceis de cultivar, de modo que seu lugar único entre os organismos vivos não foi reconhecido. No entanto, bioquimicamente e geneticamente, eles são tão diferentes das bactérias como você é. Embora muitos livros e artigos ainda se referem a eles como "Arqueobactérias", esse termo foi abandonado porque não são bactérias, são Arqueas.
















Encontrando Arqueas: As fontes termais do Parque Nacional de Yellowstone, EUA, estavam entre os primeiros lugares onde a Arquea foi descoberta. À esquerda é Octopus Spring, e à direita é Obsidian Pool. Cada grupo tem conteúdo mineral ligeiramente diferente, temperatura, salinidade, etc., de modo que pools diferentes podem conter diferentes comunidades de Arqueas e outros micróbios. Os biólogos retratados acima utilizam lâminas de microscópio de imersão na piscina fervente sobre a qual, algumas Arqueas podem ser capturadas para estudo.


As Arqueas são habitantes de alguns dos ambientes mais extremos do planeta. Alguns vivem perto de fendas no mar profundo a temperaturas bem superiores a 100 graus Celsius. Outros vivem em fontes termais (como as imagens acima), ou em águas extremamente alcalinas ou ácidas. Eles foram encontrados prosperando dentro dos tratos digestivos de vacas, térmitas e vida marinha onde produzem metano. Eles vivem nas lamas anóxicas dos pântanos e no fundo do oceano, e até prosperam em depósitos de petróleo profundos no subsolo.

Algumas Arqueas podem sobreviver aos efeitos dessecantes de águas extremamente salgadas. Um grupo de Arqueas que amam o sal, é a Halobactéria, uma Arquea bem estudado. O pigmento sensível à luz chamado bacteriorrodopsina, dá a Halobactéria sua cor e fornece energia química. A bacteriorrodopsina tem uma cor roxa encantadora e bombeia prótons para fora da membrana. Quando esses prótons fluem de volta, eles são usados na síntese de ATP, que é a fonte de energia da célula. Esta proteína é quimicamente muito semelhante ao pigmento de detecção de luz Rodopsina, encontrado na retina dos vertebrados.

As Arqueas podem ser os únicos organismos que podem viver em habitats extremos, como aberturas térmicas ou água hipersalina. Eles podem ser extremamente abundantes em ambientes hostis a todas as outras formas de vida. No entanto, as arqueias não estão restritas a ambientes extremos. Novas pesquisas mostram que os arqueólogos também são bastante abundantes no plâncton do mar aberto. Ainda há muito a aprender sobre esses micróbios, mas é claro que a Arquea é um clado de organismos extraordinariamente diversificado e bem sucedido.

O Dr. Isaac Goiz (descobridor do Par Biomagnético) está pesquisando as Arqueas e como elas podem afetar nossa saúde. Ele fez uma apresentação sobre estes microrganismos no 16° Congresso Internacional de Biomagnetismo no México. Está em busca de novos Pares Biomagnéticos para combater estes microrganismos.

Fonte: http://www.ucmp.berkeley.edu